Por ordem do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, e após consulta ao presidente americano, Donald Trump, “Israel” retomou os massacres genocidas na noite de segunda-feira (17) contra o território da Faixa de Gaza, cujos bombardeios resultaram na morte de mais de 350 civis, a maioria crianças e mulheres.
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Netanyahu disse que ordenou os ataques aéreos por causa da falta de progresso nas negociações, que visavam fazer o Hamas libertar os prisioneiros israelenses sem uma retirada de tropas de Gaza. O gabinete sionista disse em uma declaração que “Israel, de agora em diante, agirá … com força militar crescente.”
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O Hamas disse que viu os ataques israelenses como um cancelamento unilateral do cessar-fogo em Gaza, alertando que os ataques expõem os prisioneiros “a um destino desconhecido”. O movimento de resistência Jihad Islâmica Palestina disse que a nova agressão não dará a Israel vantagem sobre a resistência nem livrará Netanyahu e seu regime das crises das quais estão escapando.
Enquanto isso, a Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP) disse que a ocupação violou a trégua de Gaza por seus ataques brutais com planejamento prévio e parceria americana. O Movimento Mujahideen Palestino responsabilizou o governo dos EUA pela retomada do genocídio do regime sionista em Gaza.
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Os número continuam a subir.
ISRAEL RETOMA GENOCÍDIO E MATA MAIS DE 350 CIVIS EM GAZA
