O governo cubano informou no domingo (4) que 32 de seus cidadãos morreram em combate direto com as forças americanas e em decorrência de bombardeios a instalações, enquanto cumpriam a missão de proteger o presidente Nicolás Maduro e sua família em Caracas.
“32 cubanos perderam a vida em ações de combate, enquanto realizavam missões representando as Forças Armadas Revolucionárias e o Ministério do Interior, a pedido de órgãos homólogos do país sul-americano ”, disse o governo cubano em um comunicado lido na televisão nacional.
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, decretou dois dias de luto (5 e 6 de janeiro) em homenagem aos cubanos que morreram durante a agressão militar dos EUA.O governo venezuelano, em comunicado divulgado na segunda-feira (5), agradeceu a Cuba pelo apoio, enfatizando que as forças cubanas estavam atuando no âmbito da cooperação entre os dois países para realizar missões de defesa.
05/01/2025
Imagem: Granma

