O Clube dos Prisioneiros informou no domingo (15) que o número de prisioneiros mártires desde o início da guerra de extermínio israelense, cujas identidades foram anunciadas, subiu para 88, incluindo 52 detidos de Gaza, com o anúncio do martírio do paramédico detido Hatem Rayyan, de Gaza.
O comunicado do clube afirma que os mártires morreram em decorrência de tortura, inanição, crimes médicos, agressões sexuais sistemáticas, além de uma série de crimes de privação, pilhagem, abuso, humilhação e detenção em condições que violam a dignidade humana.
As fotos dos corpos e restos mortais dos prisioneiros, entregues após o cessar-fogo, constituíam prova conclusiva das execuções sumárias sistemáticas realizadas pelo exército de ocupação contra prisioneiros e detidos, fora dos limites da lei.
15/02/2026

