A Câmara dos Representantes dos EUA aprovou, por 216 votos a 212, a versão da Lei de Autorização de Defesa Nacional (NDAA) para o ano fiscal de 2027, prevendo gastos militares de US$ 1,15 trilhão. A votação ocorreu em meio a fortes divergências sobre a guerra contra o Irã, o apoio a Israel e a ampliação do orçamento do Pentágono.
Os republicanos defenderam o projeto como essencial para reforçar a capacidade militar dos EUA, financiar novos sistemas de defesa, modernizar equipamentos e conceder reajustes salariais de até 7% às Forças Armadas. O presidente do Comitê de Serviços Armados, Mike Rogers, afirmou que o orçamento reflete “o verdadeiro custo da dissuasão americana”.
Já os democratas criticaram o aumento dos gastos militares diante de cortes em programas sociais e questionaram a decisão do presidente Donald Trump de atacar o Irã sem autorização do Congresso. Parlamentares também contestaram medidas que ampliam a cooperação militar e tecnológica entre Washington e “Israel”, refletindo o crescente debate sobre o apoio dos EUA a Tel Aviv.
23/07/2026











