Moradores da Faixa de Gaza enfrentam uma grave escassez de medicamentos e percorrem farmácias diariamente em busca de analgésicos, antibióticos e remédios para doenças crônicas. Em muitos casos, a resposta é a mesma: os medicamentos estão em falta ou foram substituídos por alternativas mais caras.
A crise foi agravada pela paralisação das cinco fábricas farmacêuticas de Gaza, que interromperam a produção em decorrência da guerra. Com isso, dezenas de medicamentos antes fabricados localmente desapareceram das prateleiras.
Antes do conflito, a indústria farmacêutica local abastecia regularmente as farmácias com medicamentos essenciais a preços acessíveis. Hoje, o tratamento de milhares de pacientes depende de importações limitadas e de estoques cada vez mais escassos.
28/07/2026











