Após a execução de dois homens condenados pelo assassinato de quatro policiais iranianos durante os distúrbios de janeiro em Isfahan, ocorreram tumultos nas proximidades do local da execução. Em meio à confusão, contas em redes sociais e veículos persas sediados no exterior divulgaram que uma mulher identificada como Anita Azarshah havia sido morta a tiros.
A versão, porém, foi desmentida poucas horas depois, quando a própria Anita Azarshah apareceu em vídeo confirmando que estava viva e anunciando que adotaria medidas judiciais contra os responsáveis pela divulgação da informação falsa. As autoridades iranianas também negaram qualquer ocorrência do suposto homicídio.
Segundo o governo iraniano, o episódio integra uma campanha coordenada de desinformação promovida por redes de mídia apoiadas por governos estrangeiros e por contas pró-“Israel”, utilizando notícias falsas, imagens reutilizadas e conteúdos manipulados para fomentar instabilidade interna e influenciar a narrativa internacional sobre os acontecimentos no Irã.
29/07/2026











