O Gabinete de Imprensa dos Prisioneiros do Hamas denunciou que as autoridades israelenses mantêm uma política sistemática de perseguição contra jornalistas palestinos, incluindo prisões, desaparecimentos forçados e detenções arbitrárias. Segundo a entidade, mais de 260 jornalistas foram mortos e mais de 250 presos desde o início da guerra em Gaza, dos quais 42 permanecem detidos.
Entre os jornalistas presos, 19 estão sob detenção administrativa, sem acusação ou julgamento, incluindo cinco mulheres e 14 profissionais da Faixa de Gaza. O Hamas também denunciou o desaparecimento forçado dos jornalistas Nidal Al-Wahidi e Haitham Abdul Wahid, cujo paradeiro segue desconhecido desde 7 de outubro de 2023.
O comunicado ainda responsabiliza “Israel” pela morte do jornalista Marwan Harzallah, ocorrida na prisão de Megido em março de 2026, e denuncia a imposição de prisão domiciliar e residência forçada a outros profissionais da imprensa palestina, classificando essas medidas como graves violações do direito internacional.
03/08/2026











