A França pediu à União Europeia que proíba o comércio com os assentamentos israelenses, adotando restrições semelhantes às impostas à Crimeia após sua anexação pela Rússia, em 2014.
O chanceler Jean-Noël Barrot afirmou que os assentamentos são ilegais perante o direito internacional e não podem receber apoio econômico europeu. A proposta surge em meio à escalada dos ataques de colonos na Cisjordânia e às divisões internas no bloco.
Países como Irlanda, Bélgica e Espanha já adotaram medidas nacionais, enquanto os Países Baixos proibirão essas importações a partir de 22 de setembro. O país recebe cerca de um terço das exportações agrícolas dos assentamentos e metade de seus produtos destinados à UE.
02/09/2026











