O Gabinete de Imprensa dos Prisioneiros denunciou a propagação da sarna entre palestinos detidos na prisão do deserto do Negev. A privação de medicamentos, pomadas e exames tem provocado feridas, úlceras, sangramentos e inflamações graves.
A coceira e a dor constantes impedem os presos de dormir, causando exaustão física e intenso sofrimento psicológico. A falta de produtos de higiene e de roupas limpas agrava ainda mais as infecções.
Segundo a entidade, os prisioneiros possuem apenas uma muda de roupa gasta e, em alguns casos, são obrigados a compartilhá-la. A superlotação, a má ventilação e a negligência médica transformaram a prisão em ambiente propício à disseminação de doenças.
24/09/2026











