O Catar defendeu uma campanha diplomática e mediática coordenada para denunciar as violações de “Israel” em Jerusalém Oriental ocupada e ampliar a pressão internacional para detê-las.
A proposta foi apresentada pelo ministro Mohammed Al-Khulaifi durante reunião conjunta da Liga Árabe e da Organização de Cooperação Islâmica, à margem da Assembleia Geral da ONU. Ele classificou como ilegais as tentativas israelenses de alterar o caráter histórico, jurídico e demográfico da cidade.
Al-Khulaifi afirmou que a proteção dos locais sagrados islâmicos e cristãos deve ser prioridade árabe e islâmica. Reiterou ainda que medidas unilaterais em Jerusalém são nulas perante o direito internacional e que a Mesquita de Al-Aqsa é local de culto exclusivo dos muçulmanos.
26/09/2026











