A administração penitenciária marroquina permitiu visitas familiares a vários presos políticos saarauís em greve de fome, após nove dias de restrições, segundo a Liga para a Proteção dos Prisioneiros Saarauís. A entidade atribui a mudança à pressão das famílias e de campanhas de solidariedade.
Familiares relataram que Hussein Zawi e Ahmed Sbai estavam extremamente debilitados e sem atendimento médico adequado, além de denunciarem isolamento, dificuldades de comunicação e maus-tratos. Naâma Asfari encerrou a greve após agravamento de seu estado de saúde e alerta médico sobre problemas renais.
A Liga denunciou represálias contra os grevistas e exigiu assistência médica, visitas regulares e comunicação com familiares e advogados, além de pedir intervenção urgente de organizações internacionais de direitos humanos.
02/10/2026











