Três anos após a Operação Dilúvio de Al-Aqsa, de 7 de outubro de 2023, investigações militares israelenses continuam apontando o episódio como uma grave ruptura no sistema de segurança e inteligência de Israel.
As apurações concluíram que não houve simplesmente falta de informações. Serviços israelenses dispunham de alertas e sinais de movimentações incomuns, mas falharam na interpretação dos dados, na troca de informações, na prontidão operacional e na avaliação das intenções do Hamas.
Segundo as próprias investigações, os indícios disponíveis nas horas anteriores ao ataque poderiam ter levado a um nível de alerta muito maior. Movimentações e comunicações detectadas foram interpretadas como exercícios ou preparativos de rotina, e não como sinais de uma operação de grande escala.
07/10/2026











