Os resultados iniciais das eleições em “Israel” deixam Netanyahu e Gadi Eisenkot sem maioria para formar governo. Nesse cenário, uma eventual recomendação dos partidos árabes a Eisenkot pode ser decisiva, dependendo da disposição do candidato e da capacidade da oposição de superar suas divergências.
Segundo o analista Suleiman Bisharat, ouvido pela Quds Press, conquistar o maior número de cadeiras não garante a indicação para primeiro-ministro. O fator central será reunir apoio entre os partidos e listas eleitos, cujas recomendações serão apresentadas ao presidente israelense durante as consultas.
Bisharat avalia que a decisão também poderá refletir considerações sobre o cenário interno, os acontecimentos regionais e as orientações do governo dos Estados Unidos. O impasse mantém aberta tanto a possibilidade de uma articulação da oposição quanto de uma nova oportunidade para Netanyahu.
29/10/2026











