Líder das eleições de 27 de outubro em “Israel”, Gadi Eisenkot, anunciou que pretende formar uma ampla coalizão para afastar Netanyahu e evitar novas eleições. Entre suas condições estão a definição de “israel” como “Estado judeu, democrático, liberal e igualitário”, o serviço militar, nacional ou civil obrigatório e o desmantelamento das capacidades militares e governamentais do Hamas em Gaza.
O bloco de Netanyahu conquistou 53 cadeiras, contra 48 da oposição e 19 dos partidos árabes. Sem alcançar os 61 assentos necessários, ambos precisam ampliar alianças. Eisenkot poderia chegar a 67 com apoio árabe, mas enfrenta resistências de aliados como Naftali Bennett e Avigdor Lieberman, além de divergências com ultraortodoxos sobre o recrutamento.
Quanto ao Irã, Eisenkot afirmou que, antes da posse de um novo governo, apoiará ações militares apenas diante de ameaças diretas e imediatas que não possam esperar. A negociação permanece cercada de impasses: afastar Netanyahu exige conciliar parceiros que divergem sobre participação árabe, serviço obrigatório e composição da coalizão.
01/11/2026











