Benjamin Netanyahu rejeitou pontos centrais do plano do chamado “Conselho de Paz” para Gaza, incluindo a retirada gradual das forças israelenses, o caminho para um Estado palestino e o mecanismo proposto para tratar das armas das facções. O primeiro-ministro afirmou que não haverá retirada neste momento e condicionou qualquer avanço ao “desarmamento completo” do Hamas.
O plano prevê suspensão das operações militares, administração de Gaza por um comitê nacional, entrada de uma força internacional de estabilização e um processo gradual para armazenar armas pesadas e desmantelar túneis, paralelamente à retirada israelense. Netanyahu também reiterou que não aceitará um Estado palestino em Gaza ou na Cisjordânia e disse que seu governo apresentou objeções a Washington.
O Hamas, por sua vez, reafirmou seu compromisso com o roteiro acertado com as demais facções palestinas, os mediadores e o Conselho de Paz. O porta-voz Hazem Qassem declarou que o movimento permanece vinculado aos entendimentos alcançados para a implementação do acordo de cessar-fogo.
09/08/2026











