O Hamas condenou a invasão das celas de prisioneiras palestinas pelo ministro israelense Itamar Ben-Gvir, que filmou a ação e transformou o sofrimento das detentas em propaganda. Segundo o movimento, o episódio expõe o “fascismo e a depravação política e moral” da ocupação.
No vídeo divulgado pelo próprio ministro, uma prisioneira relata condições desumanas, com ausência de atendimento médico, roupas sujas e até três dias sem banho. O Hamas afirmou que prisões israelenses foram convertidas em arenas de humilhação, tortura, ameaças e assassinatos.
O movimento responsabilizou a comunidade internacional, a ONU e as organizações de direitos humanos pela impunidade israelense, destacando que notas de preocupação já não bastam. Também convocou forças palestinas e movimentos solidários a denunciarem as violações e exigirem a responsabilização dos culpados.
30/08/2026











