A força de segurança Dissuasão, ligada à resistência em Gaza, acusou Mahmoud al-Habash, assessor do presidente da Autoridade Palestina, de manter contato e oferecer apoio a grupos armados colaboracionistas financiados pela ocupação israelense.
Segundo o comunicado, depoimentos de integrantes dessas gangues indicariam que Habash e agentes de segurança palestinos facilitaram tratamento médico e a compra de imóveis em Ramallah para seus membros. A organização afirma que os contatos ocorreriam sob orientação israelense para recrutar novos colaboradores e formar forças paralelas em Gaza.
A resistência classificou o suposto envolvimento como um “crime nacional” e exigiu uma posição do Fatah. As acusações cresceram após Habash defender a integração de grupos armados ilegais, declaração interpretada como apoio ao plano israelense de explorar o caos e enfraquecer a resistência palestina.
05/09/2026











