A possível participação do Hamas tornou-se um dos pontos decisivos das eleições palestinas. O movimento admite disputar o pleito por uma nova fórmula política, sem necessariamente apresentar uma lista com seu nome, ampliando sua presença institucional.
Em “Israel”, o cenário provoca preocupação: um bom desempenho nas urnas poderia fortalecer politicamente o Hamas, alterar a correlação de forças na Autoridade Palestina e demonstrar que o movimento mantém peso eleitoral significativo entre os palestinos.
O precedente é 2006, quando o Hamas conquistou 74 das 132 cadeiras do Conselho Legislativo e obteve maioria parlamentar. Vinte anos depois, sua volta às urnas recoloca uma questão incômoda para “Israel”: a possibilidade de a resistência conquistar também nas urnas uma legitimidade política que seus adversários tentam impedir.
06/09/2026











