A organização israelense de direitos humanos B’Tselem denunciou que “Israel” executa um “projeto de apagamento” na Cisjordânia ocupada. Segundo a entidade, cinco mecanismos interligados buscam desmantelar a presença coletiva palestina e impor soberania judaico-israelense permanente sobre o território.
O relatório afirma que essa política entrou em nova fase no fim de 2022 e passou a ser aplicada de forma aberta, acelerada e ainda mais violenta. Controle militar, expulsões, violência e pilhagem atuam conjuntamente para reorganizar a geografia da Cisjordânia em favor da ocupação.
Segundo o diretor-executivo da B’Tselem, Yuli Novak, trata-se de um projeto político que atinge todos os aspectos da vida palestina. Comunidades são deslocadas, a economia é levada ao colapso e milhões de pessoas vivem sob o medo permanente da violência de soldados e colonos.
14/09/2026











