A China rejeitou as pressões dos Estados Unidos sobre suas relações econômicas com a Rússia. Segundo o porta-voz da diplomacia chinesa, Guo Jiakun, a cooperação entre países soberanos, baseada na igualdade e no benefício mútuo, não deve ser interrompida pela coerção de terceiros.
A declaração responde à aprovação, pelo Congresso dos EUA, de um projeto de sanções contra autoridades, bancos e setores estratégicos russos. A medida também autoriza Donald Trump a impor tarifas de até 100% aos principais compradores de petróleo e gás da Rússia, atingindo potencialmente China e Índia.
Pequim classificou a iniciativa como jurisdição extraterritorial sem base no direito internacional ou em decisões do Conselho de Segurança da ONU. China e Rússia mantêm uma parceria estratégica abrangente e seu comércio bilateral superou US$ 240 bilhões em 2024, realizado majoritariamente nas moedas nacionais.
17/09/2026











