Benjamin Netanyahu tem usado a tribuna da Assembleia Geral da ONU para justificar os crimes de “Israel” em Gaza e na Cisjordânia. Entre 2024 e 2026, negou o genocídio, minimizou as mortes de civis e culpou o Hamas pela crise humanitária.
Em 2026, classificou a acusação de genocídio como “a maior mentira do século”. Entretanto, uma comissão internacional independente da ONU concluiu, após examinar testemunhos, imagens de satélite e declarações oficiais, que “Israel” praticou quatro dos cinco atos definidos como genocídio.
A comissão também apontou declarações de Netanyahu e de outros dirigentes como evidências de intenção genocida. Embora ainda não tenha proferido sentença definitiva, a Corte Internacional de Justiça já determinou que “Israel” impeça atos previstos na Convenção do Genocídio e permita a entrada de ajuda humanitária.
26/09/2026











