No 26º aniversário da Intifada de Al-Aqsa, facções palestinas voltaram a denunciar a ocupação israelense, a expansão dos assentamentos e as políticas de deslocamento e anexação. Em meio à guerra em Gaza e à escalada na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, os movimentos afirmam que as causas que desencadearam o levante de setembro de 2000 permanecem sem solução.
O Hamas classificou a Intifada como “um ícone inspirador para todas as gerações” e afirmou que décadas de ocupação e ações militares israelenses não conseguiram encerrar a resistência palestina. Para o movimento, Jerusalém e a Mesquita de Al-Aqsa continuam no centro da disputa, enquanto assentamentos e anexações ameaçam reduzir ainda mais as perspectivas de autodeterminação palestina.
As facções defenderam unidade nacional e uma estratégia política comum, além de maior mobilização árabe, islâmica e internacional. Vinte e seis anos depois, a mensagem política apresentada é direta: enquanto persistirem ocupação, assentamentos e ausência de uma solução para os direitos nacionais palestinos, permanecerão também as condições que alimentam sucessivos ciclos de confronto.
28/09/2026











