A Argentina registrou o fechamento de 32.290 empresas entre dezembro de 2023 e julho de 2026, segundo dados da Superintendência de Riscos do Trabalho (SRT). Sob o governo de Javier Milei, o número de empregadores caiu 6,3%, em meio às políticas de austeridade fiscal e abertura econômica.
O chamado “modelo motosserra” tem sido associado ao enfraquecimento de setores industriais, com fechamento de fábricas, demissões e dificuldades de acesso ao crédito. Empresas como Kioshi e Clariant são citadas entre as afetadas, enquanto o país enfrenta pressões sobre o emprego e a atividade produtiva.
O cenário argentino alimenta o debate sobre o plano econômico de Flávio Bolsonaro, que prevê um “tesouraço” de R$ 250 bilhões nos gastos públicos. Economistas críticos à proposta alertam que cortes dessa magnitude podem comprometer investimentos, reduzir a atividade econômica e ampliar o desemprego no Brasil.
13/10/2026











