Uma carta em que Flávio Bolsonaro (PL) inicialmente se apresentava como “presidente eleito”, apesar da derrota, provocou resistência em seu próprio campo político. Segundo a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, aliados consideraram a iniciativa perigosa e disseram não ter sido consultados.
O documento foi alterado para identificar Flávio como “líder” do Brasil, mas a mudança não conteve as críticas. Um parlamentar próximo ao senador afirmou, sob reserva, que a carta “ultrapassa o limite do razoável”.
Rogério Marinho e Tarcísio de Freitas se posicionaram contra o questionamento do resultado sem provas. Até então coordenador da campanha de Flávio, Marinho declarou que nem ele nem o PL podem afirmar que houve fraude nas eleições.
29/10/2026











