Rogério Marinho (PL-RN), ex-coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, afirmou não ter provas de fraude nas eleições presidenciais. A declaração contrasta com as acusações feitas pelo candidato derrotado em carta divulgada após deixar o Brasil rumo aos Estados Unidos.
“Se você faz alguma afirmação, você precisa trazer provas. Eu não posso fazer essa afirmação, não tenho provas”, declarou Marinho. O senador também disse não ter sido consultado sobre o documento, cuja primeira versão apresentava Flávio como “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”, expressão posteriormente substituída por “líder”.
A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) criticou o recuo e classificou a atitude como demonstração de covardia política. Para ela, a mudança de versões expõe o desgaste do bolsonarismo após a derrota eleitoral.
30/10/2026











