O Hamas afirmou nesta segunda-feira, no 109º aniversário da Declaração Balfour, que o povo palestino permanecerá em sua terra e continuará defendendo seus direitos até a libertação e o retorno. O movimento denunciou a continuidade do genocídio em Gaza e os projetos de deslocamento e judaização na Cisjordânia e em Jerusalém ocupada.
Em comunicado, a organização classificou a declaração britânica como um marco da imposição colonial sobre a Palestina. Ressaltou que assassinatos, cerco, fome e expulsões não apagarão a identidade nacional palestina e defendeu uma estratégia de luta unificada, com participação de todas as forças nacionais.
O movimento reafirmou que o retorno dos refugiados é um direito inegociável e pediu pressão internacional para interromper os ataques, isolar a ocupação e responsabilizar seus dirigentes. Também cobrou apoio à autodeterminação e ao estabelecimento de um Estado palestino plenamente soberano, com Jerusalém como capital.
02/11/2026











