O Sindicato dos Jornalistas Palestinos denunciou nesta segunda-feira (2) que 260 profissionais palestinos foram mortos desde o início da guerra em Gaza, além de centenas de feridos e detidos. No Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas, a entidade pediu proteção internacional e afirmou que a ausência de responsabilização estimula novos ataques israelenses.
Segundo o sindicato, a ofensiva configura um “genocídio midiático”, que abrange assassinatos, prisões, destruição de redações e interrupção das comunicações. A entidade também denunciou agressões cometidas por militares e colonos na Cisjordânia e em Jerusalém, comprometendo a segurança dos profissionais e o direito à informação.
O sindicato cobrou do Tribunal Penal Internacional providências sobre as denúncias apresentadas e defendeu ações judiciais em diferentes países contra os responsáveis. Para a entidade, declarações de solidariedade precisam se transformar em medidas concretas de proteção e justiça, capazes de romper a impunidade e impedir novos crimes.
02/11/2026











