O Ministro-Chefe do Estado malaio, Amirudin bin Shari, afirmou na segunda-feira (25) que Kuala Lumpur dará início ao processo no Tribunal Internacional de Justiça (CIJ) devido ao sequestro e tortura de ativistas da flotilha humanitária Global Sumud, com destino a Gaza.
“Não ficaremos em silêncio; não vamos parar. Enquanto a equipe jurídica reúne toda a documentação sobre as violações do direito internacional, eles (os participantes da flotilha) foram sequestrados mais de uma vez, foram torturados”, disse bin Shari durante a cerimônia de boas-vindas da Flotilha Global Sumud 2.0 no Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur.
Bin Shari afirmou que a ação judicial decorre de atos de brutalidade, incluindo sequestro, tortura e violência sexual, perpetrados pelas forças israelenses contra os ativistas da flotilha, em particular os participantes malaios. Ele acrescentou que a medida será seguida de pressão diplomática contínua por parte do governo para exigir a “libertação total” de Gaza.
25/05/2026











