A Copa do Mundo começa cercada de controvérsias, com críticas às restrições migratórias e ao ambiente político nos Estados Unidos, um dos países-sede do torneio Críticos apontam que a competição será disputada em um país acusado de impor restrições e barreiras que contrastam com o espírito de integração que o futebol simboliza.
Antes mesmo da bola rolar, o capitão da seleção iraquiana, Aymen Hussein, foi submetido a um interrogatório de sete horas, enquanto o fotógrafo Talal Salah foi deportado. A delegação iraniana também denunciou dificuldades para obtenção de vistos.
Somam-se às críticas os altos custos para torcedores e relatos de restrições a visitantes estrangeiros, reacendendo questionamentos sobre a escolha dos EUA para sediar o Mundial. As críticas se estendem ainda aos altos custos de ingressos, transporte e hospedagem, além de restrições impostas a torcedores estrangeiros.
09/06/2026











