O Comitê Nacional Jordaniano para Prisioneiros e Desaparecidos em Detenção Israelense alertou para a deterioração das condições de saúde de cidadãos jordanianos presos por Israel, denunciando uma política de negligência médica que classificou como “assassinato silencioso”.
O caso do prisioneiro jordaniano Anas al-Sharman foi apontado como exemplo da situação. Preso desde 2024 em Nablus, na Cisjordânia ocupada, ele permanece detido sem julgamento e, segundo familiares e organizações de direitos humanos, sofre com graves problemas de saúde e falta de atendimento adequado.
A família de Al-Sharman apelou às autoridades jordanianas e à comunidade internacional para que intervenham em defesa dos prisioneiros, pressionem por melhores condições de detenção e atuem pela libertação dos detidos e pelo esclarecimento do paradeiro dos desaparecidos.
21/06/2026











