O engenheiro Mahmoud Al-Saifi, membro do Comitê Central da Frente Árabe de Libertação, afirmou que a dissolução do comitê de emergência do governo de Gaza e a transferência da administração da Faixa para o Comitê Nacional tecnocrata representam um “passo inteligente” que enfraquece os argumentos de Israel para retomar a ofensiva militar.
Segundo Al-Saifi, a gestão civil passa agora a ser responsabilidade do Comitê Nacional, liderado por Ali Shaath, sob supervisão do Conselho Global da Paz para Gaza. Ele defendeu que a nova fase priorize a reconstrução, a reabertura da passagem de Rafah, o ingresso de ajuda humanitária e a implementação integral do acordo de Sharm el-Sheikh.
O dirigente palestino afirmou que as facções da resistência cumpriram sua parte para aliviar o sofrimento da população e cobrou dos países garantidores do acordo maior pressão sobre Israel para permitir o funcionamento do novo comitê dentro de Gaza. Também rejeitou as críticas israelenses à medida, afirmando que a exigência de desarmamento revela os verdadeiros objetivos da ocupação.
18/07/2026











