O Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos afirmou que não existe lugar nem pessoa segura na Faixa de Gaza, apesar de quase um ano ter transcorrido desde a declaração do cessar-fogo.
Entre 28 de agosto e 1º de setembro, ataques israelenses mataram 24 palestinos, incluindo quatro crianças e uma mulher. Segundo o órgão, 21 das vítimas morreram em bombardeios aéreos.
A ONU ressaltou que a alegação de atingir “alvos legítimos” não isenta “Israel” de suas obrigações perante o direito internacional humanitário. O escritório também denunciou operações de grupos armados apoiados pelas forças israelenses, que continuam colocando civis em risco.
04/08/2026











