Os 11 países do BRICS manifestaram profunda preocupação com os ataques deliberados contra infraestruturas civis e instalações nucleares pacíficas protegidas pelas salvaguardas da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). Em declaração conjunta divulgada durante a cúpula de Nova Delhi, o bloco classificou as ações como violações do direito internacional.
Os Estados-membros advertiram que a segurança das instalações nucleares deve ser preservada inclusive durante conflitos armados, para evitar danos às populações e ao meio ambiente. Diante da crescente tensão na Ásia Ocidental, o grupo pediu máxima contenção e o fim de ações capazes de ampliar a guerra.
O BRICS também defendeu a solução das disputas por meio do diálogo e da diplomacia, além da proteção do comércio, das cadeias de abastecimento e do fluxo de energia. Na abertura da cúpula, o presidente chinês, Xi Jinping, afirmou que a guerra na região não atende aos interesses da comunidade internacional.
12/09/2026











