O governo cubano condenou o novo pacote de sanções anunciado por Washington contra 11 alvos, incluindo empresas estatais do setor de níquel, instituições militares de pesquisa e três dirigentes do país.
O chanceler Bruno Rodríguez classificou as medidas como parte de uma política de “máxima asfixia econômica e castigo coletivo” destinada a aprofundar a guerra econômica contra a ilha.
As restrições dificultam transações financeiras, investimentos estrangeiros e a compra de equipamentos e insumos, agravando a escassez de combustíveis, alimentos e medicamentos. Rodríguez afirmou que Cuba não renunciará à soberania e à independência.
20/09/2026











