O grupo cibernético Handala afirmou ter acessado informações e imagens de aproximadamente 700 soldados genocidas das forças israelenses, após atacar seus telefones com a ferramenta “Naem”. Parte do material obtido teria sido divulgada após a conclusão da operação.
O grupo declarou que suas ações também incluem atividades políticas e de comunicação da chamada Frente Popular dos Combatentes pela Liberdade de Handala. Segundo o comunicado, operações anteriores permaneceram secretas e apenas alguns dados são tornados públicos.
Handala classificou o ataque como uma “pequena amostra” de suas capacidades e afirmou que a segurança cibernética de Washington e Tel Aviv não é tão sólida quanto aparenta. Estados Unidos, Reino Unido e Holanda já teriam emitido um alerta conjunto sobre a ferramenta “Naem”.
19/09/2026











