Três anos após a Operação Dilúvio de Al-Aqsa, de 7 de outubro de 2023, “Israel” continua enfrentando as consequências políticas, militares e sociais do fracasso de seus serviços de inteligência e segurança, em meio ao crescente isolamento internacional e às disputas internas.
A incapacidade de impedir a operação permanece no centro do debate israelense. Apesar da prolongada guerra em Gaza, analistas questionam se o governo conseguiu restaurar a capacidade de dissuasão, a confiança nas Forças Armadas e a sensação de segurança da população.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu enfrenta pressões para assumir responsabilidades pelo fracasso de 2023. Seus críticos o acusam de prolongar os confrontos militares para apresentar uma imagem de força e evitar o desgaste político. Três anos depois, o trauma de 7 de Outubro permanece uma questão central na crise política israelense.
09/10/2026











