Os serviços de segurança da Autoridade Palestina intensificaram as prisões e intimações políticas em várias províncias da Cisjordânia ocupada. A escalada atinge combatentes e ativistas da resistência palestina em meio ao avanço dos assentamentos e das operações militares israelenses.
Na avaliação de ativistas da resistência palestina, a cooperação de segurança com o regime sionista converte a Autoridade Palestina em braço executor da ocupação. Ao reprimir a resistência nas cidades que administra, a Autoridade reforçaria a perseguição que as forças israelenses e seus serviços de inteligência não conseguiram conter.
A análise das lideranças é a de que esse aparato de controle interno abre caminho para o deslocamento gradual dos palestinos de suas terras. O efeito político é esvaziar a luta pela autodeterminação, reduzindo a causa de um povo sob ocupação a uma crise humanitária e de refugiados.
03/11/2026











