Os contratos imediatos do Brent saltaram para US$ 141,37 por barril — o maior nível desde 2008 — impulsionados pela tensão no Golfo Pérsico e pela redução do tráfego no Estreito de Ormuz. Diferente dos contratos futuros, esse indicador reflete o preço do petróleo físico no curto prazo, revelando forte pressão sobre a oferta imediata.
A disparidade com os futuros — cotados a US$ 109,03 — evidencia a urgência do mercado por barris disponíveis, elevando prêmios e acendendo alertas globais. Com risco de interrupções prolongadas, analistas projetam que o petróleo pode atingir US$ 150 até maio, reacendendo temores de inflação e desaceleração econômica mundial.
04/04/2026











