O exército israelense enfrenta uma profunda crise de pessoal, à medida que crescem os alertas dos comandantes militares sobre a impossibilidade de sustentar operações prolongadas sem expandir o serviço militar obrigatório, informou a mídia israelense na domingo (17).
O chefe do Estado-Maior do exército de ocupação, Eyal Zamir, afirmou durante um debate no Knesset [parlamento sionista] que “o exército não poderá cumprir suas missões de longo prazo sem estender o serviço militar obrigatório e resolver o problema do recrutamento”.
O jornal Haaretz descreveu a situação interna como uma “crise de pessoal , sobrecarga de trabalho, atritos diários e baixas”, observando ainda que a nova doutrina de segurança aplicada em Gaza, na Cisjordânia, no Líbano e na Síria gerou “isolamento, desespero e emigração”.
17/06/2026











