O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, denunciou as medidas impostas pelos Estados Unidos para “submeter o povo cubano pela fome” e classificou o bloqueio como terrorismo de Estado. Segundo ele, Cuba sofreu, ao longo de mais de seis décadas, ataques que deixaram mais de 3.400 mortos e 2.099 feridos.
Ao recordar os 25 anos dos atentados de 11 de Setembro, Díaz-Canel afirmou que o episódio deveria impulsionar uma luta internacional efetiva contra todas as formas de terrorismo — inclusive aquele praticado por Estados contra populações inteiras.
Citando Fidel Castro, o presidente defendeu o fim do terrorismo de Estado, do genocídio e de outras formas de assassinato. Também cobrou uma política internacional baseada na paz e no respeito às normas morais e jurídicas.
12/09/2026











