O Hamas condenou a entrada de Benjamin Netanyahu na Praça do Muro de Al-Buraq e a incursão de colonos nos pátios da Mesquita de Al-Aqsa, classificando as ações como um ataque à identidade e ao estatuto do santuário islâmico.
O movimento afirmou que escavações, rituais e tentativas de impor novas realidades em Jerusalém ocupada não concederão a “Israel” qualquer direito sobre os locais sagrados. Também convocou os palestinos a intensificarem sua presença em Al-Aqsa para protegê-la.
Cerca de 570 colonos invadiram os pátios da mesquita e realizaram rituais talmúdicos, sob forte proteção militar. O Hamas pediu aos países árabes e islâmicos que ajam contra as tentativas de alterar o caráter histórico e religioso de Jerusalém.
20/09/2026











