A campanha de Lula intensificou as críticas ao “tesouraço” nos gastos públicos defendido por Flávio Bolsonaro (PL). Em nova peça eleitoral, associa a proposta a reduções de recursos ocorridas no governo Jair Bolsonaro em programas como Farmácia Popular, Minha Casa, Minha Vida, Mais Médicos e merenda escolar.
A estratégia busca apresentar ao eleitor possíveis impactos sociais de um ajuste fiscal mais profundo. A campanha sustenta que cortes de despesas podem atingir políticas públicas diretamente utilizadas pela população, argumento que passou a ocupar espaço na disputa do segundo turno.
O programa econômico apresentado por Flávio ao TSE prevê redução de pelo menos dez ministérios, corte de cargos comissionados e despesas administrativas, reforma administrativa, limitação do crédito subsidiado pelo Tesouro e uma regra para controlar os gastos discricionários dos três Poderes.
07/10/2026











