A esquerda espanhola tem apoiado mobilizações por moradia, salários e serviços públicos, relacionando o descontentamento à precariedade e ao encarecimento da vida. Podemos e Izquierda Unida defendem a pressão popular, enquanto CCOO e UGT organizam a greve geral de 11 de novembro por melhores condições de trabalho e habitação acessível.
A dirigente do Podemos, Ione Belarra, denunciou tentativas de criminalizar os movimentos sociais ao misturar manifestações pacíficas com os distúrbios de Barcelona e Bilbao. Para ela, a insatisfação juvenil expressa problemas como a dificuldade de conquistar autonomia, o acesso caro à moradia e a ausência de respostas políticas às necessidades dos jovens.
Essas lutas convergem com protestos em Portugal, França, Itália e Bélgica contra o custo de vida e os cortes sociais. Há iniciativas de articulação entre países, mas as mobilizações possuem organizações e pautas distintas: não há comprovação de que sejam dirigidas pela esquerda espanhola ou componham um movimento europeu unificado.
29/10/2026











