A saída de Flávio Bolsonaro do Brasil aprofunda o vazio de liderança na extrema direita. Com Jair Bolsonaro em prisão domiciliar e parte de seu círculo fora do país, o movimento tem dificuldade para organizar a oposição. A insistência em contestar derrotas nas urnas e alimentar a narrativa de perseguição agrava o impasse.
Entre os nomes do bolsonarismo que deixaram o Brasil estão Eduardo Bolsonaro, Alexandre Ramagem, Allan dos Santos, Oswaldo Eustáquio e Paulo Figueiredo, nos Estados Unidos, além de Carla Zambelli, na Itália. Silvinei Vasques foi para o Paraguai e acabou preso. Os casos envolvem situações jurídicas distintas.
O vácuo abre espaço para Valdemar Costa Neto, presidente do PL, atrair aliados que ficaram sem referência com a saída de Flávio. Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro também despontam na disputa, enquanto o núcleo bolsonarista no exterior procura manter influência sobre a base e sobre quem vai comandar o movimento.
03/11/2026











