Depoimentos de soldados israelenses revelados por uma investigação do Canal 13 indicam que tropas receberam ordens para matar qualquer homem encontrado em Gaza durante o genocídio iniciada em 2023, independentemente da idade. Um dos militares afirmou que a instrução era “matar imediatamente”, enquanto, no caso de mulheres e crianças, a decisão ficaria a critério dos soldados.
O relato reacende denúncias sobre regras de engajamento que teriam permitido execuções indiscriminadas de civis palestinos em áreas residenciais, pontos de ajuda humanitária e até supostas “zonas seguras”.
O mesmo soldado admitiu ter participado do episódio em que três prisioneiros israelenses foram mortos em dezembro de 2023, em Shujaiya, mesmo desarmados, sem camisa e carregando uma bandeira branca. Ele acreditou estar diante de “terroristas” e abriu fogo, matando dois deles, antes de descobrir que uma das vítimas era o prisioneiro israelense Yotam Haim.
11/05/2026











