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ATIVISTAS DA FLOTILHA DENUNCIAM ABUSO SEXUAL “SÁDICO” E TORTURA EM CATIVEIRO ISRAELENSE

Ativistas da flotilha que foram sequestrados e presos pelas autoridades do regime sionista, enquanto estavam em águas internacionais, relataram ter sido submetidos a abuso sexual e tortura durante o cativeiro israelense.

Cerca de 430 ativistas foram deportados para Istambul na noite de quinta-feira (21). Ao chegarem, os ativistas relataram terem sido alvejados com balas de borracha, espancados e submetidos a agressão sexual enquanto estavam sob custódia israelense.

A ativista australiana Juliet Lamont disse ter sido “amarrada com cabos, torturada com água e agredida sexualmente”. O ativista brasileiro Thiago Ávila, que foi detido por israelenses durante uma operação anterior com uma flotilha, publicou um vídeo no qual alega que ativistas foram “estupradas” por soldados israelenses.

22/05/2026

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