Organizações sociais bolivianas denunciaram como “sequestros” as prisões de lideranças populares realizadas pelas autoridades do país e exigiram a libertação imediata dos detidos. Entre as acusações apresentadas pelo Ministério Público estão “terrorismo” e “instigação pública para delinquir”.
Entre os presos estão a ex-senadora Simone Quispe, o dirigente comunitário Justino Apaza e a líder camponesa Yesenia Varga.
A Procuradoria também solicitou a prisão de outros dirigentes, incluindo Vicente Salazar e Mario Argollo. Argollo denunciou perseguição política e afirmou que passaria à clandestinidade, mas ambos os pedidos de prisão acabaram revogados pela Justiça boliviana.
06/06/2026











