A Comissão Islâmico-Cristã para o Apoio a Jerusalém denunciou uma escalada sem precedentes das incursões de colonos na Mesquita de Al-Aqsa, sob proteção da polícia israelense e com participação de ministros, parlamentares e grupos extremistas.
Segundo a entidade, as invasões deixaram de ser ações isoladas e passaram a representar uma política organizada para consolidar a presença judaica no complexo. As incursões incluem orações coletivas, prostrações, cantos, danças e a entrada de livros religiosos, vestimentas e objetos usados em rituais judaicos.
A Comissão alertou que essas práticas buscam alterar o status jurídico, histórico e religioso de Al-Aqsa, impondo gradualmente uma nova realidade. A entidade responsabilizou o governo israelense pela escalada e advertiu que a violação da identidade islâmica do local pode desencadear um grave conflito religioso.
24/08/2026











