Forças israelenses invadiram várias alas da prisão de “Janout” e espancaram prisioneiros palestinos que comemoravam decisões favoráveis em recursos judiciais. Os casos envolviam detidos classificados por “Israel” como “combatentes ilegais”.
Segundo o Gabinete de Imprensa dos Prisioneiros, a repressão buscou sufocar a alegria nas celas após a divulgação das decisões. A entidade pediu intervenção internacional urgente para deter as agressões, proteger os presos e garantir sua libertação.
Cerca de 9.600 palestinos permanecem nas prisões de “Israel”, entre eles 350 crianças e 90 mulheres. Organizações de direitos humanos denunciam tortura, maus-tratos e negligência médica sistemática contra os detidos.
15/09/2026











