Às vésperas das eleições, o Likud anunciou que pedirá ao Comitê Central Eleitoral a desqualificação da Lista Conjunta e da Lista Árabe Unida. O partido acusa ambas de adotarem posições sobre o Exército, o Hamas e o Hezbollah incompatíveis com a narrativa de segurança israelense.
A legislação permite barrar partidos que neguem “Israel” como Estado judeu e democrático, incitem o racismo ou apoiem a luta armada de países e organizações classificados como inimigos. O Likud, porém, não tem poder para determinar sozinho a exclusão.
O pedido será analisado pelo Comitê Eleitoral, e qualquer decisão poderá ser contestada perante a Suprema Corte. A ofensiva evidencia a tentativa de restringir a representação política palestina dentro do próprio sistema eleitoral israelense.
15/09/2026











